<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980</id><updated>2011-07-07T17:07:38.165-07:00</updated><title type='text'>Stock House</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-8338028978510783039</id><published>2009-06-15T12:41:00.000-07:00</published><updated>2009-06-15T12:43:27.718-07:00</updated><title type='text'>Palavras Sábias</title><content type='html'>&amp;nbsp Sei bem o que era, como era e ainda melhor, os erros que cometi. Pensava que o tempo nunca passaria e que a imaculada juventude não findava, nunca admiti nem dei conta da simplicidade da vida. &lt;br /&gt;&amp;nbsp Hoje reflectindo, reconheço que o tempo voa e preparo-me para o que há-de vir. Ouvia os anciãos e mas não interiorizava, ouvia sem atenção, criticava veemente tal doutrina inconsciente do que estava para vir. &lt;br /&gt;&amp;nbsp Pois o tempo não perdoa ninguém, e hoje sou obrigado a render-me à palavra deles, “filho és, pai serás”. Congratulo-me que, felizmente, os anciãos tinham razão. O fruto dessa razão é o mais importante que tenho para mim, a correr pela casa, a sorrir, a retirar-me horas de sono, a pedir atenção, a amuar, a chamar-me à razão. &lt;br /&gt;&amp;nbsp Penoso e difícil caminho foi percorrido, procurei força na minha companheira para a vida. Eternamente lhe devo toda a minha gratidão, que apesar dos momentos em que a fé parecia desvanecer, continuar a lutar era a única opção. Depois de tanto esforço, eis que o casal é presenteado pelo milagre da concepção. &lt;br /&gt;&amp;nbsp São típicas lides no quotidiano de quem é pai, e apesar da batalha infindável que implica, eu próprio desconfio que já não saberia existir de outra forma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-8338028978510783039?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/8338028978510783039/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=8338028978510783039&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/8338028978510783039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/8338028978510783039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2009/06/palavras-sabias.html' title='Palavras Sábias'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-5378590318975130321</id><published>2008-09-24T10:06:00.000-07:00</published><updated>2008-09-24T10:14:26.645-07:00</updated><title type='text'>O Passado</title><content type='html'>&amp;nbsp Bem sei, conheço bem a índole do pensamento, ainda melhor os problemas que daí advém, a guerra já há muito tempo perdida mas que continuo a travar comigo próprio. Não consigo evitar. É acto inerente a qualquer ser humano o anular da equação, quero com isto dizer, que se nos picam o braço, a anular a dor temos o acto reflexo, se choramos um dia, a equilibrar está o sorriso no dia de amanha, ontem ódio, hoje congratulamo-nos com a harmonia do amor. Tudo se anula de facto, e a continuar desta forma, esta minha lista não tinha fim. Tudo muda de figura quando falamos do passado, o que anula o passado? O presente? Futuro? E o que pode descansar a alma, quando aliamos ao passado aquela poderosa deusa de guerra, a nossa deusa somente portuguesa, uma tal de apelidada saudade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp Fecho os olhos e tanta coisa relembro… Suspiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp Engane-se quem julga que alguma destas linhas está directamente relacionada com o campo sentimental e afectivo que por norma se nutre por “uma” qualquer pessoa, porque não, quando muito, seria por “um” qualquer pessoa. &lt;br /&gt;&amp;nbsp A tantos chamei meus, apregoava que eram do peito, jurava que daria a vida para os defender e que nunca os iria abandonar. Confidentes, amigos e ombros paternais. Tanto segredo contado, tanta lágrima derramada, em tanto problema fui orientado, noutros tantos fui subjugado. Fecho os olhos e consigo relembrar dias, sítios, a cor do sol, cheiros, palavras e olhares. E quanto segredo obrigaram esta cabeça a guardar, tanta confidencialidade fizeram prometer. Piada que alguns esqueceram os seus próprios segredos, e ainda mais insólito, quando me calha a mim relembra-los que algum dia os tiveram. Onde andam eles? Pergunto eu. Teriam desaparecido de livre vontade ou a vida assim os obrigou? Ou talvez eles não desapareceram, estão num estado latente, e quando eu menos esperar aparecem…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp Há quem diga que sou demasiado agarrado ao passado. Talvez. Mas facilmente o explico. Certamente que essa explicação daria outro texto, maior e bem mais objectivo que este. Mas está guardado para outra altura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp Vou-me cingir ao assunto entre mãos, e a melhor forma de o explicar é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp Imaginem um rio, nele flutua uma folha de plátano. Bem longe, e já conseguimos distinguir a sua silhueta por entre reflexos na água do céu azul. A cada momento que passa, mais próxima a folha está, já conseguimos adivinhar como ela será. A distância entre nós é cada vez menos um problema. Até que chega o momento em que está mesmo à nossa frente, conseguimos tocar-lhe com o estender do braço. Sentimos a sua textura, a sua força, e naquela distancia a cor não engana. Sentimo-nos poderosos, pois podíamos mudar o seu curso e meta com apenas um movimento, mas não, decidimos deixa-la ir. De olhos postos na sua dança à tona da água, ela vai rumando para longe, e cada vez mais longe, até que os nossos olhos deixam de poder diferencia-la do mesmo reflexo de céu azul que a trouxe até nós. Seguimos caminho, margem do rio acima, procurando outra folha de plátano? A maioria de vocês talvez. Eu? Eu sou dos que galgo margem do rio abaixo, sou dos que a tenta ultrapassar, na ânsia de poder toca-la outra vez.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-5378590318975130321?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/5378590318975130321/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=5378590318975130321&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/5378590318975130321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/5378590318975130321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2008/09/o-passado.html' title='O Passado'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-8714265567363070630</id><published>2008-02-13T15:16:00.001-08:00</published><updated>2008-02-13T15:17:12.407-08:00</updated><title type='text'>Outra e mais outra e ainda mais outra vez.</title><content type='html'>Oh Deus do céu, sabem o que é pior que uma estupidez muito estúpida? Pois eu tenho todo o gosto em lhes responder, é uma estupidez muito estúpida, cíclica e temporizada.&lt;br /&gt;Que parvoeira de tamanho desmedido é esta desse tal dia dos namorados… Ele rotulam-se dias por tudo e por nada. Quando me arranjam um diazito da tecla Enter, ou dos escapes de rendimento, da matutano, superbock, sei lá, algo que seja tanto, ou pouco menos estúpido que esse dia dos namorados.&lt;br /&gt;Os defensores adictos de tal dia, criticam aqueles que se lhe opõem, dizendo que não passam de ressabiados, de indivíduos que porque não têm forma de o celebrar, ao invés de se manterem no cantinho deles esforçando-se para não se fazerem notar, entretêm-se a critica-lo. Pois isto é completamente disparatado, falo por mim e somente por mim, quando digo que crítico esse dia precisamente porque pergunto as pessoas:&lt;br /&gt;- Quantas vezes celebraste o dia dos namorados?&lt;br /&gt;- Algumas vezes.&lt;br /&gt;- Com quantas pessoas diferentes?&lt;br /&gt;- Hu, hum, mas…&lt;br /&gt;Precisamente… &lt;br /&gt;Se querem celebrar algo especial, cinjam-se às maiorias, e façam-me um dia dos casados, porque a taxa de casamentos bem sucedidos, apesar de tudo, ainda ultrapassa a dos namoros bem sucedidos (entenda-se bem sucedidos por namoros que resultaram no nó, ou na forca como dizem os velhos do Restelo que por aí andam).&lt;br /&gt;Mas andamos a celebrar o dia dos namorados só porque temos alguém aquém nos referimos como sendo “namorado/a”? Sabendo que em metade do total dos casos, essas uniões de alma e de carne não passam de um entretêm ou hobby, porque toda a gente têm, eu tenho que ter. &lt;br /&gt;Parece mal não o festejar? E quê? Sou obrigado? Batem-me?&lt;br /&gt;Mais um festejamos de sorriso estampado na boca, em que fazemos por nos remeter a um estado transcendental, estado em que não existem problemas e tudo corre as mil maravilhas, em que a vida é um sonho. Era bom que assim fosse o mundo, realmente era. Mas eu n terei mais nada que fazer da vida se não andar a festejar coisas que ainda não sei se sobreviveram ao longo dos tempos? Festeje-mos a provação que já ultrapassamos, e ganhemos força para a próxima que há-de vir, porque os estados de pura fantasia e as visões de futuros perfeitos não dão de comer a ninguém. Não vamos por o carro afrente dos bois.&lt;br /&gt;Tenho mais que fazer que render-me a mediocridade a que o ser humano, na maioria dos casos, se rebaixa enquanto procura a tal alma gémea. Ponho um anúncio no jornal “Se não tens namorado para festejar este dia, liga-me, o preço é em conta, e para mim que já o festejei com tanta gente diferente, já me chega a ser igual ao litro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dizia o Fernando Rocha:&lt;br /&gt;Querem lá ver que agora eu é que sou a puta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-8714265567363070630?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/8714265567363070630/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=8714265567363070630&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/8714265567363070630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/8714265567363070630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2008/02/outra-e-mais-outra-e-ainda-mais-outra.html' title='Outra e mais outra e ainda mais outra vez.'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-1085975055319674498</id><published>2008-01-02T17:55:00.001-08:00</published><updated>2008-01-02T17:55:34.473-08:00</updated><title type='text'>À vossa saúde...</title><content type='html'>Temendo pela estabilidade da minha vida e do meu ser, apenas vos desejo o que desejo para mim; Mutua distancia.&lt;br /&gt;Pois à passagem de cada segundo mais e mais vos odeio... e odeio-vos de morte! &lt;br /&gt;Queira Deus que os nossos caminhos se voltem a cruzar nunca... pq desta, irá ser pior do que alguma vez foi!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-1085975055319674498?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/1085975055319674498/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=1085975055319674498&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/1085975055319674498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/1085975055319674498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2008/01/vossa-sade.html' title='À vossa saúde...'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-1841418501369427047</id><published>2007-12-12T21:32:00.000-08:00</published><updated>2007-12-12T21:41:45.279-08:00</updated><title type='text'>Só sei que nada sei...</title><content type='html'>.  Estou melhor... diferente, sem duvida que estou, mas, algo se mantêm a ecoar nesta cabeça e a badalar neste coração... Algo...&lt;br /&gt;.  Longe vão os tempos em que as doutrinas e condutas eram incutidas  à força e obrigatórias vigorar mais e melhor e acima de tudo, hoje interiorizam-se por mero conhecimento da razão e nunca por obrigação. &lt;br /&gt;.  Posto isto; triste conclusão, porque continuo a falhar com a tal “totalidade”, a totalidade de responsabilidade que me é logicamente e conscientemente pedida. Totalidade essa que será porventura mesmo assim, inerente à razão de viver, falhar com ela. De certeza que também fará ela própria, essa falha, parte da vida e de uma vivência já marcada de acontecimentos passados e de sentimentos findados como outra coisa qualquer que já me apareceu à frente. Apanho-me a pensar... realmente deve haver uma razão de ser para as coisas, tudo acontecerá arquitectado pela mão de algo superior, algo para além da minha compreensão, que por linhas tortas sabe o que faz, por linhas tortas me apresentará o caminho que eu devo percorrer. Assim renuncio ás minhas responsabilidades, depositando a minha culpa nos ombros de outrem que pela sua divindade não pode ser terrenamente responsabilizado. É mais que fácil...&lt;br /&gt;.  Longe vai aquela alma desligada de tudo que eram responsabilidades, e como eu a amava... ora falando dela...&lt;br /&gt;.  Essa alma de que vos falo... Era tão fácil de ser vivida, tao simples e directa, tão fatal, que pena que não posso voltar atrás. &lt;br /&gt;.  Relembro que tudo que era acção tinha como obrigação ter uma reacção, as coisas eram feitas não porque se sentiam, mas sim porque tinham que ser suplantadas. Não era fraqueza, era força, não era medo, era vingança. Ocupava-se o tempo a delinear vendetas e não a arranjar desculpas. Vendetas de quê? Perguntam vocês. Ora... vendetas de tudo que se opunha à razão e racionalidade. Se era mau? Se era injusto? De facto... Mas entretia, e entretia minorando o sofrimento, digamos que era uma maneira de vingar as coisas que nunca pudemos controlar ao invés de aprender a sofrer com elas... Que prefeririam? Sofrer ou canalizar raiva? Pela razão nos tentamos reger... E há que enfrentar o problema. Mas defacto era mais fácil reagir sob raiva a conformarmo-nos com realidade. É alguém que hoje sente mas que em tempos o reverso sentiu na pele que vos fala. Era muito mais fácil...&lt;br /&gt;.  Concebíamos ideias de perfeição, de originalidade e invulgaridade. De insignificância e trivialidade no “ser” era fácil fartarmo-nos bem o sabíamos.  Mas chegados a uma altura, tínhamos que nos render as evidências... Só restava isso... Os anos que queimaram a nossa inocência, também não tinham sido brandos com os da nossa época... Idade? A mesma. Oportunidades?  As mesmas... E claro que as horas e os dias são fatais, não perdoam. Para todos são reportados episódios e acontecimentos a contar e para nos perseguírem para o resto da vida em tom de arrependimento.&lt;br /&gt;.  Tanta coisa que fiz e mais ainda disse... Irónico que, só de poucas me arrependo... E que todas à mesma situação e fase da minha vida são referentes... Espremendo as coisas? Uma existência que em tanto que passou só começou a fazer sentido à pouco tempo. Se esse sentido que me moveu na altura era o irrefutável? Pelos vistos não... Mas ensinou-me muito... E é tanto maior o legado deixado quanto maior o carinho com que o recordo. Uma lição para a vida. Encosto-me para trás na cadeira e tento descreve-lo, sabem o que acontece? Apanho-me a olhar po risco intermitente de escrita do Word, não tenho palavras ou razões, apenas sei, que para além do passado, houve mais algo que falhou independentemente do porquê. &lt;br /&gt;.  Factos amigos, sempre factos... O obrigatório a ter em conta é que falhou... Nova jornada se antevê... mais sofrimento se aproxima... Apenas lhes digo duas coisas.&lt;br /&gt;.  Por muita perfeição que depositemos em outra pessoa, ninguém é perfeito e desprovido de histórias para contar, à tempo diminuto a vida me ensinou isso, temos apenas que nos resignar e suster a nós próprios, caso achemos que os fins justificam os meios. É um erro capital convencermo-nos que haja alguém que não se tenha regido por impulsos e apenas pela razão durante a toda a vida... Seja lá o que os moveu, é geral, todos já falharam com eles próprios... O bem conhecido por nós arrependimento. Não há ninguém à face da terra que inserido espácio-temporalmente na mesma geração de segundos gasto que nós, nunca tenha agido por impulso. O tal impulso inimigo da razão... Não se iludam...&lt;br /&gt;.  Por segundo, nem sempre o mundo tende a apostar em nós como nós nele... Pura e simplesmente há alturas que não estamos preparados para roubar dele o que achamos nosso... Não devemos medir forças com ele, porque vamos perder, sim, ele também tem muito peso... E temos que lhe baixar os braços  em tom de respeito... O que é, é, e o que tem que ser tem muita força...  As vezes não se manifesta como consciência, mas no inconsciente.... E está vista que a razão impele a ficar, mas o inconsciente obriga a andar... Rendamo-nos então.&lt;br /&gt;.  Tudo resumido, temos apenas como verdade irrefutável, para nós que acreditamos Nele, a velha máxima... Seja o que Deus quiser... &lt;br /&gt;.  Como uma folha de uma arvore caída em pastos que a nós já se nós esqueceu o propósito, deambula  na corrente do Tua... Sabe Deus de onde vem, o que passou para cá chegar. O que importará, será talvez, saber-mos que grandioso ou não... Existirá um canto onde ela terá que padecer e ali encostada descansar da sua viagem...  Onde se encostar nos últimos momentos, até que depois de carecida de vida... Venha o vento... E vire cinza...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-1841418501369427047?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/1841418501369427047/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=1841418501369427047&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/1841418501369427047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/1841418501369427047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2007/12/s-sei-que-nada-sei.html' title='Só sei que nada sei...'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-4634838078258168697</id><published>2007-11-28T16:46:00.000-08:00</published><updated>2007-11-28T16:47:37.670-08:00</updated><title type='text'>Porto de Abrigo</title><content type='html'>Tem piada... Fecho os olhos e relembro os versos que para mim fui fazendo ao longo da vida, versos para os quais ainda me apanho a esperar pela contra-resposta... A unica coisa que possuo, é apenas conclusões passageiras, daquelas que ora são verdades absolutas, ora no segundo a seguir o erro mais disparatado por mim concebido. &lt;br /&gt;   Relembro as letas do alfabeto que gastei, as palavras formadas, as folhas que usei e as teorias equacionadas. Sim! Muito tempo perdido comigo próprio, buscando metodologias para suposições que justificassem o estado e a atitude da alma. Nem tudo gozava à priori de uma explicação sucinta e de caracter misericordioso, mas, raramente errei as minhas finalidades e  alvos... Em questão estão os métodos sim... e olhando para trás, se por um lado me arrependo, por outro lado congratulo-me que de facto os fins justificaram os meios.&lt;br /&gt;   Pesado legado aquele com que tenho que viver nos ombros, e com o mesmo infelizmente obrigo os que me têm a viver... Mas se para eles os fins justificarem os meios como toda a vida justificaram para mim, então o problema é diminuto e o peso irrisório... Força de vontade é o que impera. É irónico... Pensar de forma extremista nunca foi benéfico a ninguem, mas é uma lógica inegável que, por vezes, não existe outro caminho.&lt;br /&gt;   Relembro os trilhos que marquei, as pegadas que deixei, a força e o afinco com que cravei os pés no chão, as razões das caminhadas, a duração das viagens. Teria sido tão mais facil ter pedido boleia ao invés de conduzir, contentar-me com o meio do caminho e poupado-me às intempéries e imprevistos da totalidade da viagem... Mas teria realmente eu vivido se assim n tivesse sido? &lt;br /&gt;Sei bem que exagerei nas andanças, no movimento, nas procuras, que abusei nos dias e nos meses e nos anos... Políticas de combate... As “minhas” políticas... Aquelas por que me obriguei a viver... Algo parado é tiro certo, em movimento um tiro de sorte. E eis a razão porque tanto e para tao longe corria. Deixa-los disparar, pois quando o tiro chegar, eu já estarei longe, e quanto à procura propriamente dita? Realmente à velocidade a que me movia.. Era facto ser dos primeiros a chegar. Mas chegar não é sinónimo de encontrar.&lt;br /&gt;   Sei hoje que, se me tivesse mantido parado teria tido mais tempo para ver o que sempre esteve à minha volta. Irónico... Eu a viajar incessantemente para encontrar algo superior amim e tudo quanto bastava era parar... Ter o tempo para olhar. &lt;br /&gt;   Conclusão disto tudo? Ora... Não me posso sentir mal, porque defacto não se tratava da máxima do ser eu que não queria ver... Apenas nunca tive tempo para...&lt;br /&gt;   Ironia disto tudo? Tanto andei, por tanto lado guerreei, para no fim... Regressar às origens... Ao sitio onde sempre me consegui encontrar comigo próprio, onde sempre tive o meu lugar e principalmente... O que nunca esqueci...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-4634838078258168697?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/4634838078258168697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=4634838078258168697&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/4634838078258168697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/4634838078258168697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2007/11/tem-piada.html' title='Porto de Abrigo'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-2801952647948535007</id><published>2007-01-26T16:44:00.001-08:00</published><updated>2007-01-26T16:44:10.148-08:00</updated><title type='text'>Este é profundo...</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Meus amigos, hà poucos dias atrás deparei-me com um facto que muito me interessou, e apesar da guerra incessante com a classe docente deste Pais em que me encontro neste momento, arranjei o tempinho de meio maço de LM para pesquisar o que tanto me surpreendeu.&lt;br /&gt;Já todos devem ter ouvido falar de “Os Grandes Portugueses”, que é um programa da RTP, vulgo, televisão pública (Ora paga pelo estado, sem camuflagens e em tom de resumo abrangente... por todos nós). Correu um qualquer boato que as votações dos cerca de 12 milhões de portugueses já tinha dado frutos, e imagine-se... O vencedor era António Oliveira Salazar. Prontamente o Estado Português apelidado de “Democrático” em que vivemos ligou as turbinas e de forma pouco tendenciosa, como a democracia o exíge, anulou tais votações escondendo-se atrás de um bode expiatório chamado informática meus senhores. Ora... as votações eram feitas por telefone e internet, e o sistema desenvolvido contabilizava votos no geral, e não “o voto pessoal”. Neste momento vota-se apenas por telefone e fica registado o número de quem contacta, anulando, caso aconteça, uma chamada de voto posterior do mesmo número. Muito preocupado com dualidades dos algoritmos informáticos anda o nosso Estado hein?&lt;br /&gt;Tantas vezes e por tantos fui criticado por dizer que, &lt;b&gt;na minha opinião&lt;/b&gt;, a democracia em que fomos criados não é mais que &lt;i&gt;uma ditadura da carteira mais recheada e de quem tem mais conhecimentos&lt;/i&gt;, a conclusão está na interpretação, na capacidade de juízo e uso da razão de cada um.&lt;br /&gt;Não me vou inclinar para lado nenhum, esquecendo direitas e esquerdas e extremas das mesmas, sou apartidário portanto, tento-me cingir a factos e não às minhas opiniões.&lt;br /&gt;Deve ser impossível ser-se acérrimo defensor da doutrina Salazarista, reconhecendo-se-lhe bastantes exageros e atrocidades, mas como qualquer equação de vida, nem tudo é sempre e somente malvado ou perverso, daí que pergunto o que preferem, serem forçados a não poderem ser inteligentes, ou constantemente tomados por burros por gente que se julga acima de vós, privando-vos da vistinha intelectual que Deus vos cedeu?&lt;br /&gt;Factos, ora, vamos aos factos. Portugal naquela altura tinha respeito, valores, códigos, honras verdadeiras, condutas e imagine-se só, que até em Lisboa ecoavam nas ruas trechos de sotaque transmontano nas bocas dos Lisboetas da altura. Coisa que qualquer um que siga cinema pode constatar vendo filmes de nomes tao conhecidos como Vasco Santana, Beatriz Costa e tantos outros. E hoje, que temos em Portugal para além de uma Selecção Nacional? E até essa, para além de ser governada por um irmão nosso do Brasil, parte da sustentatibilidade de jogo é feita por um elemento da mesma nacionalidade... Caricato. Ora não fugindo ao tema que o futebol é para entendidos, temos em Portugal uma divisão incontornável de culturas e valores, um poder centralizado na região em que proporcionalmente há menos alminhas puras Lusitanas, temos dos PIB’s mais baixos da União Europeia, falta de respeito, falta de bom senso, falta de espírito de união e entreajuda, inveja em excesso, cínismo q.b., chineses, ucranianos, etc, e tantas outras coisas que cabe a cada um de nós conotar como positivo ou depreciativo. O que fomos e o que somos hoje? É impossível de não anuir que em dado fragmento de espaço e tempo, somos ou fomos tudo o que reza a História, incluindo os 40 anos do regíme ditatorial Salazarista. Temos tanto que baixar a cabeça ao passado Salazarista como ao dia que Vasco da Gama pôs, pela primeira vez, o pé numa caravela. Citanto os franceses... C’est la vie meus amigos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;- - - - - - - - - -&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Comentários:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;“Os Grandes Portugueses"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ver entre os 100 melhores portugueses de sempre, pessoas que lutaram contra a ditadura Salazarista seria de esperar, ver Salazar nos 10 primeiros é visceral. Aos ouvidos infantis, é o mesmo que dizer que as pessoas elegeram os heróis que lutaram pela liberdade e contra o vilão, mas acima de tudo as pessoas decidiram que o vilão superava ou igualava-se aos heróis, estranho? Não, português. Saudade é uma palavra única da alma lusitana, Salazar foi o demónio e o único politico a entrar e sair pobre de um governo, este termo de votação tem um significado profundo dirigido à classe politica, ao conceito de liberdade e também aos valores de patriotismo e cultura portuguesa. O meu voto é para o primeiro senhor e rei, D. Afonso Henriques é o tal!”&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;p align="center"&gt;(...)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;Joao matos&lt;br /&gt;Em: 15 Janeiro, 2007, 9:27 post meridiem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Seria tão estupido negar a votação de salazar como é o de proibir a extrema direita em portugal e não proibir a extrema direita.&lt;br /&gt;Infelizmente é assim, num pais que se diz democrático e das primeiras frases da constituição surge “(…)um pais em transição para o Socialismo(…)”&lt;br /&gt;Sabes que não sou democrata nem extremista, mas a hipocrisia é demais!.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;p align="center"&gt;(...)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Comentário de joão silva&lt;br /&gt;Em: 24 Janeiro, 2007, 4:08 post meridiem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Salazar merece ganhar. Fez-nos sobreviver à primeira republica e quando olho para os politicos de hoje tenho saudades do estado-novo. Há que notar que se Salazar oprimia alguém eram comunistas escumalha como Álvaro Cunhal que bem merecem ser oprimidos. Para não falar do grandioso e digno valor do nacionalismo que com o 25 de Abril se perdeu e foi deitado aos porcos&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Retirado: &lt;a href="http://pedrocavaco.adamastor.org/2007/01/15/os-grandes-portugueses/"&gt;http://pedrocavaco.adamastor.org/2007/01/15/os-grandes-portugueses/&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;- - - - - - - - - -&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Rui&lt;br /&gt;2006-10-07 15:34:05&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;É com uma tristeza profunda, que vejo uma criança de quinze anos referir-se ao Prof. António Sal... como um grande homem da nossa história, é com tristeza e preocupação que assisto ao reavivar destas ideias que tanto mal fizeram ao país. Não existem duvidas que o professor em questão foi importante, mas pelo atraso que a nossa sociedade revela, ainda hoje, quando comparada com o resto da europa.&lt;br /&gt;o Meu vota«o vai como não podia deixar de ser para o pai da nossa ainda jovem democracia, que tão mal tratado foi nas ultimas eleições, o grande Dr. mário Soares, que não só nos ajudou a livrar de pessoas como o famigerado professor, como ainda impediu uma viragem radical à esquerda que nos levaria para mais uns de ditadura.&lt;br /&gt;Eu não vivi em ditadura, mas tenho profunda admiração por quem lutou por acabar com ela - Viva o 25 de Abril, Viva portugal!!!!!!!!!!!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;b&gt;Retirado: &lt;a href="http://www.rtp.pt/gdesport/index.php?article=23&amp;visual=3&amp;amp;indice=3706"&gt;http://www.rtp.pt/gdesport/index.php?article=23&amp;visual=3&amp;amp;indice=3706&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;- - - - - - - - - -&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Paulo André Ferreira&lt;br /&gt;2006-10-07 14:30:21&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Acho que está na hora dos oprimidos pelo regime se erguerem e pensarem por si, em vez de engolirem a cassete que lhes foi dada por ordes partidárias, e verem que não devem recear nem muito menos ocultar a existência deste grande Português que amou o país, de uma forma q não deverá ter sido a mais correcta, mas fe-lo e fez o melhor para o mesmo, dentro do que pôde e não esquecer que se ainda existem valores nesta sociedade nossa é graças a anos dos mesmos a serem incutidos e falados em todo o lado... pois por muito q queiram contestar-me neste ponto, ninguém com "2 dedos de testa" e mais de 23 anos o fará pois ninguém pode concordar com a devassidão q abunda hoje em dia ja desde as nossas preparatórias! e mais n falo pois poderia ficar aqui uma "ditadura inteira" a inumerar boas coisas q o homem trouxe e mtas outras em q n tomou a melhor atitude, mas n deveria ser por isso q n deveria constar na lista q a RTP elaborou... daí o meu comentario e daí a minha tristeza com a quantidade de obtusos e diminuidos mentais q ainda existem na nossa sociedade!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Retirado:&lt;a href="http://www.rtp.pt/gdesport/index.php?article=23&amp;visual=3&amp;amp;indice=3721"&gt;http://www.rtp.pt/gdesport/index.php?article=23&amp;visual=3&amp;amp;indice=3721&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;- - - - - - - - - -&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tantos, tantos e tantos outros comentários e opiniões que encontrei pela internet. Mas desculpem-me a ousadia e a frontalidade... As pessoas que não defendem nem criticam António Oliveira Salazar, limitam-se a interpretá-lo e interpretar os factos que a História lhe disponibiliza, respeitando as opiniões de outros. Por sua vez, quem se opõem convictamente à política do ditador fá-lo de uma maneira que demonstra pouco equilíbrio no reconhecimento, talvez meras saídas mentecaptas de quem só vê para um lado, e não consegue analisar as coisas sob uma perspectiva mais imparcial. Não dizem que “O insulto é realmente a arma dos ignorantes”?&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-2801952647948535007?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/2801952647948535007/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=2801952647948535007&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/2801952647948535007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/2801952647948535007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2007/01/este-profundo.html' title='&lt;b&gt;Este é profundo...&lt;/b&gt;'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-116060957162934089</id><published>2006-10-11T16:32:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T16:32:51.640-07:00</updated><title type='text'>Ele há semanas...</title><content type='html'>Vulgarmente oiço, “Hoje não... tou num dia mau!”, ou “Hoje acordei virado do avesso!” e até aquela sempre aprazível de houvir graças a sua apresentação muito diplomática e serena, ao qual eu chamo sínismo “Tem paciencia... que ando cansado!”... Sempre pergunto, “Que fizes-te ontem diferente de anteontem para fugir à rotina a pontos de te cansares?”... A resposta que me é dada mais vezes que o aceitável é aquele encolher de ombros resígnado, tão típico de quem nem traquejo tem pa perder o tempo de um cigarro numa breve introspecção buscando por conclusões, ou então simplesmente deixa a preguiça imperar. A minha contra-resposta consta dos calhamaços que eu próprio escrevi para mim e comigo, calhamaços esses que defrontam os mais pesados manuais de Direito Costitucional ou as enciclopédias que qualquer um de nós tem espalhadas por casa... “Abençoados... Voçês têm dias... eu tenho semanas!”.&lt;br /&gt;Pois é meus amigos... S-e-m-a-n-a-s... Há semanas em que a Segunda-Feira começa com todo o vigor e fé positiva, brevemente caiem as perspectivas por terra, algum acontecimento, mensagem, telefonema ou até um email das tao essenciais à vida correntes-de-fé chega para impacientar a mais calma das faculdades intelectuais e morais do homem. &lt;br /&gt;- Amanha melhora... &lt;br /&gt;Digo eu para mim próprio...&lt;br /&gt;Chegada a Terça-Feira, a lei do frequente e da conformidade prevalece, o sol é o mesmo, o cheiro, as companhias e chega-se aquele cúmulo de até as conversas não divergirem muito do original... Como dois mais dois são quatro, também o ontem mais o hoje vai ter um resultado na equação da vida, é neste momento que pára tudo, e se por um lado toleramos a letargia, por outro congratulamo-nos com a suposta inexistência de acontecimentos nocivos. Deitamo-nos então na Quarta-Feira com o contentamento descontente que antes política de estagnação, que a de retrocesso. Convencemo-nos que até ao último segundo da semana, vai ser aquele caminho revolto mas estável que vamos percorrer. Eis que a Quinta-Feira, contra todos os prognósticos nos galardoa com um mau agoiro, e se pensavamos que do neutro não passavamos, sentimos agora o vazio e frio que é o negativo. Mais e mais inusitado o caminho se apresenta...&lt;br /&gt;- Mais três dias... Para que mais estarei guardado...&lt;br /&gt;Tão embrenhados nos nossos transitórios prantos estamos agora, que na realidade nada nem ninguém, consegue escavar a areia que nos prende até a cintura. Três dias se avizinham em que estamos mas não estamos, sorrimos mas por dentro choramos, corremos mas a vontade era de parar, ardemos quando queriamos congelar, fala-se mas nada se diz, olha-se e pouco se vê, banho-me e mais sujo ainda me sinto. Um pelejo interior que nem a psicanálise ou terapia regressiva tem meios de contornar. Só anseio pelo próximo Domingo, pelo recarregar da fé, pelo agarrar da confiança e o recomeço do ciclo... Pode ser que seja desta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-116060957162934089?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/116060957162934089/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=116060957162934089&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/116060957162934089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/116060957162934089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2006/10/ele-h-semanas.html' title='Ele há semanas...'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-115821430527131984</id><published>2006-09-13T23:11:00.001-07:00</published><updated>2006-09-13T23:11:50.503-07:00</updated><title type='text'>"O de sempre!"</title><content type='html'>A historia que lhes vou contar meus amigos não começa com o tao acarinhado por nós : &lt;br /&gt;"era uma vez". Na realidade desprovida de indumentária e mal passada, nenhum sentido faria, é muitas vezes, já foi muitas vezes e espero que por muitos anos outras tantas vezes e em triplo volte a ser. O que é e porque é? Perguntam vocês com todo o direito de funcionamento neurológico por Deus em vós depositado... &lt;br /&gt;Ora...&lt;br /&gt;Era uma tarde solarenga, "o de sempre" portanto; acordado pela vontade insaciável de liquido e aquele nó na garganta de quem era capaz de regojitar um punhado considerável de alvéolos, fruto duma despreocupação passada, ainda não serenada por dias, apenas horas... decididamente horas! Desta feita, mais um despertar para vida como tantos outros perdidos nas incontáveis memórias que ao passado pertencem, só me sai "o de sempre". O banho é o mesmo de sempre, bem como o carro, a estrada e o destino no dia em questão... (Para lhes ser sinsero acho que so o penteado mudava, mas isso são outras lides...) Em suma "o de sempre"!&lt;br /&gt;Chegado ao destino, os cumprimentos, o bater dos bombos, o vocabulário calão em grito, os acenos, cumprimentos, o “ambiente de sempre”.&lt;br /&gt;Ali sentados, estavam eles, roendo as unhas entre a cadência considerável de suspiros, de olhos postos no mesmo sitio que os demais. Por lá tinha que passar, assim o fiz, tão microscópicos ainda iam os meus olhos por detrás dos oculos de sol escuros que por tao pouco não dava pela sua presença... a tempo me prontifiquei a apertar suas mãos!&lt;br /&gt;É aqui meus amigos, que posso mais uma vez afirmar "o de sempre", mas não queria!!&lt;br /&gt;Em tempos, a substituir um aperto de mão em andamento estava o sentar, em vez do sorriso rápido e atrasado, alguma saída a tirar proveito de um acontecimento ou atitude menos própria que tivesse tido lugar à pouco tempo, em vez de subir escadas estaria a fumar um cigarro, em vez de vos ver olhando para a frente, via-vos olhando para o lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunto: Que é feito de voçês? Como andam a gastar o vosso tempinho contado e não contabilizado pela terra? Ainda comentam loucuras escondidas atrás dos quadradinhos do calendário? Não têm saudades dos momentos em que obrigavamos a despreocupação a vigorar acima de tudo e de todos? É imiscível a vida que construímos por opção e temos no presente com a que tinhamos construído até à data em que vivíamos segundo o slogan do malibu jamaicano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das duas, três:&lt;br /&gt;- Ou fizeram promessa de virar abstémicos;&lt;br /&gt;- Ou casaram;&lt;br /&gt;- Ou os israelitas arrancaram-vos metade do cérebro para exportar para a china;&lt;br /&gt;- Ou não são voces, e foram os alienigenas que vos raptaram e tomaram de assalto o vosso corpo e a vossa alma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Já vendias as lentes de contacto para comprar um bom pente e por esse cabelo decentemente!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-115821430527131984?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/115821430527131984/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=115821430527131984&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/115821430527131984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/115821430527131984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2006/09/o-de-sempre_13.html' title='&quot;O de sempre!&quot;'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-115084921360305402</id><published>2006-06-20T17:19:00.000-07:00</published><updated>2006-06-20T17:20:13.636-07:00</updated><title type='text'>"I will tell u later"</title><content type='html'>Caros amigos... até eu não sou nenhum ser superior e tenho as minhas perguntas...&lt;br /&gt;Como tal, gosto de apresentar as minha efémeras conclusões, com o intuito de ser encaminhado para a luz da razão caso esteja na escuridão do erro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À dias deparei-me com um profile no meu tao querido Hi5, que me trouxe uma sensação de "dejavú"... Fiquei perplexo a olhar para o F de um maço de tabaco onde se podia ler "Fumar Mata" (frase com que discordo porque o que realmente mata é viver... mas isso é outra conversa ...), perdido em breves metades de minutos, diambulando pelos caminhos da minha própria lógica neurológica... Apercebi-me então de um padrão usado quer por individuos do sexo masculino quer do sexo feminino... Foi então que me achei preparado para formular a minha pergunta, a pergunta que vos vou dar a ler a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é que, determinadas pessoas, enchem o Hi5 de fotos com as suas "almas gémeas" como elas tao prontamente se dirigem às mesmas, umas com corações, outras com praias, outras com o por do sol, outras com lugares exóticos e paradisiacos, outras com base, outras sem base, outras com rimel, outras com eyeliner, outras sem eyeliner etc... Criando um mundo cor de roza e capaz de fazer ciúmes aos falecidos Romeu e Julieta (que Deus tenha as suas almas em descanso), e depois no "status" tem : I will tell u later ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha conclusão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que, querem dizer que ainda se pode dar o jeito? Ainda se pode arranjar qualquer coisita?&lt;br /&gt;Os senhores programadores do Hi5 haviam de fazer um Upgrade ao seu campo de busca de profiles, que nas várias linguas em que o Hi5 se encontra disponivel tivesse a seguinte informação :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se tens um cara*** putente... se consegues pular mais de 2 horas em cima duma gaja... se medes mais de 1.80m... se os teus pais tem dinheiro pa sustentar o Audi A3 ao menino... ENTAO FAZ UMA PROCURA NO HI5 POR PROFILES COM "I WILL TELL U LATER"... NÃO HA NAMORADO KE BOS FODA!"&lt;br /&gt;(Isto também se pode aplicar no feminino, com a devida correcção ortográfica e diminuindo um pouquinho na altura)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS : Não tenho nada contra povo com Audi's A3... Para que conste!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-115084921360305402?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/115084921360305402/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=115084921360305402&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/115084921360305402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/115084921360305402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2006/06/i-will-tell-u-later.html' title='&quot;I will tell u later&quot;'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-114808854711320173</id><published>2006-05-19T18:29:00.000-07:00</published><updated>2006-05-19T18:36:22.993-07:00</updated><title type='text'>O Pior dos Sintomas!</title><content type='html'>De mãos geladas, pouso os dedos no aspero gradeamento da varanda... inspiro a essência primaveril, aquela por tantos de nós reconhecida, aquela em que se denota a leve fragrância de flor, de tudo que se mantém vivo, do mais apoucado organismo capaz do milagre da fotossíntese. Olho os candeeiros da rua, inconscientemente comparo as suas cores, as diferentes tonalidades, o clarão por elas formado na atmosfera, gradiente fotométrico que quando avistado ao longe parece cintilar... “Estrelas”... penso eu!            Olha... as estrelas... perco-me em memórias de conclusões e pedidos ao ente divino por mim evocados outrora...            Que pedia eu em dias findados!? Talvez o velhinho turbilhao que não se controla... como costumo apregoar bastantes vezes “O que faço bem eu controlo... o que sinto... triste resígnio... não!”.            Eis... pelo vistos Ele ouviu-me... hoje tenho de tudo um pouco... o que me manda por terra, o que me levanta, o que me faz suspirar, o que me faz sorrir, o que controlo, o incontrolavel, realmente problemático, mas de falta não me posso queixar isso é factual... Imaginando todos estes sintomas e mais uma turbamulta de gente tentando desenfreadamente o seu bilhete para a felicidade, saltando, rodopiando, pisando, combatendo, esmagando e oprimindo-se uns aos outros pelo que acham eles, o seu tao merecido prémio, bem no amago desta batalha existe um ser munido de tudo que outros têm e não têm mas em triplo, que com dobro talvez tivesse medo de empatar; implacável, ousado, atrevido, audacioso e sem remorsos, este todos suplanta e nenhum dos outros deixa vigorar... instruído desde criança para ganhar e se evidenciar em relação a tudo e todos... ora nas lides da vida chamamos-lhe heroi, no campo do turbilhão de sentimentos EU chamo-lhe saudade... a saudade desmedida... o primeiro, o mais inflexível, o mais irrevogável e o mais tormentoso de todos os sintomas para uma grande cefalalgia...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-114808854711320173?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/114808854711320173/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=114808854711320173&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/114808854711320173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/114808854711320173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2006/05/o-pior-dos-sintomas.html' title='O Pior dos Sintomas!'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-113744234853278031</id><published>2006-01-16T12:11:00.000-08:00</published><updated>2006-01-16T12:12:28.556-08:00</updated><title type='text'>Um Bilhete com Alma.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Após súbita e repentina introspecção, num ápice me prontifiquei a por cobro àquele tormento que durava já duas longas horas… arrumei a folha de rascunho, fiz-me equipar com a volumosa mochila e dei um ultimo aceno aos meus companheiros de armas, transparecendo o desalento e desilusão que me percorria o pensamento. Encaminhei-me para a paragem de autocarro… mas não uma paragem qualquer como tantas que povoam as ruas deste secular Porto, sabia de antemão que, ao cruzar aquela esquina, a esquina do nosso tão degradado e sombrio S. João, iria encontrar ali sitiados fitando com olhar de lince o fundo da rua aquele povo tão “EU”… comprei o bilhete e amparei-me no sujo e ferrugento gradeamento num dos meus muitos 5 minutos de contribuição para com a tabaqueira e S. Pedro diários. Senti aquele calor, aquele espírito, aquela disposição tão particularmente Transmontana. Aquele sotaque serrado que asfixiava as conversas de duas senhoras de idade, a estupefacção de um humilde casal de meia idade aquando da passagem de um tão vulgar Airbus (até de ouvidos tapados se podia notar o tremer de admiração nas suas vozes), um transmontano convertido a beto moderno, modernizado pela nossa tão querida TVI que nos premeia com os “Morangos com Açúcar” diariamente ou então pela sua namorada com a mania que pertence à “margem d’lá”. Eis… Lá estamos nós…&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Apanhei-me num abismo de recordações, recordei sentindo uma fotocópia de sensações quando eu próprio me aventurava para lá da margem que me foi nomeada à nascença, e que o segundo melhor momento dessas incursões era a dezena de minutos em que abandonava a A1 e dava comigo a percorrer a sua extensão até à ponte do Freixo e via reflectido na densa névoa a luz amarela-alaranjada emanada pelos candeeiros e focos do estádio do Dragão, e louvava:&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- Cheguei a casa!&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Podemos sim, podemos ser menos evoluídos, mais limitados, mais barulhentos, menos lembrados, muito ultrapassados, pouco instruídos, regularmente menosprezados, pontualmente enaltecidos, dados à zaragata* e SEM objectivo… MAS… somos inteiramente, de corpo e alma até que nos seja roubada a vida &lt;b style=""&gt;NÓS&lt;/b&gt;, e passados tantos séculos, relembro o mais importante… AINDA ESTAMOS AQUI.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;E vocês da “margem d’lá”… Já sabem quem são?&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;*Vulgo: Berdoada!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-113744234853278031?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/113744234853278031/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=113744234853278031&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113744234853278031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113744234853278031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2006/01/um-bilhete-com-alma.html' title='Um Bilhete com Alma.'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-113664713886987670</id><published>2006-01-07T07:18:00.000-08:00</published><updated>2006-01-07T07:18:58.883-08:00</updated><title type='text'>Estranho Acordar!</title><content type='html'>A noite já se tinha revelado inusitada q.b., entre acertos de tópicos, confissões, pontos chave, a velhinha e descontraída vibração sonante das cordas da viola que me acalmava o espírito acompanhada pelo timbre da voz da minha mais antiga companheira de armas que por problemas exteriores a mim rapidamente se rendeu a acompanhar-me na insónia madrugada dentro, as duvidas, as descrenças, todas aquelas perguntas que à muito me perseguem e para as quais a experiência de vida ainda não é suficiente para me doar as peremptórias respostas... Batalhando contra o meu já fraco, mas presente estado febril obriguei-me a adormecer, na ansea que o acordar me trouxesse acontecimentos intitulados de “mais normais”, rotineiros, o standard portanto… Mas não… Deixo o corpo a meu lado bem aconchegado no mundo das nuvens cor-de-rosa, salto da cama, invisto contra o corredor em possantes e alargados passos até à cozinha, no movimento mais instantâneo possível:            Bule, caneca, açúcar, colher, passos, microondas, porta, botão, “plim plim plim”, porta, passos, corredor, quarto, persiana, cama de outrem, comando e cobertores… Sorrio agora finalmente, pois foi-me oferecido o tal acordar standard que tanto valorizo… Mas eis, que entre o dicotómico acentuado sabor a café com o aprazível adocicado do açúcar olho para a varanda, largo tudo, apoio as rotulas no frio parqué, levanto os braços para o céu e pergunto-Lhe:            Porquê? PPPOOORRRQQQUUUEEE?            Não é que em 20 varandas que tem o meu loteamento, mais 160 do loteamento adjacente, (sendo eles dotados de asas) e centenas de milhares espalhadas por essa invicta fora, o diabo do pardal tinha que se lembrar de por na “pardalita” JUSTAMENTE NA MINHA VARANDA…            Já não há respeito pelos homens…            Tenho incessantemente insistido, vulgo… TENHO DITO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV-426 [HyperDyne Systems ®]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-113664713886987670?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/113664713886987670/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=113664713886987670&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113664713886987670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113664713886987670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2006/01/estranho-acordar.html' title='Estranho Acordar!'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-113452871643088237</id><published>2005-12-13T18:51:00.000-08:00</published><updated>2005-12-13T18:51:56.443-08:00</updated><title type='text'>O grito da mentira!</title><content type='html'>Tento pensar eu de maneira clara e concisa na equação da vida, na maneira como tudo se anula estabelecendo o tão aclamado ponto de equilíbrio, tenho-o como o mais simples de ser enfrentado, como se do verdadeiro estado se tratasse, o estado a atingir, a meta munida do real sentido da transparência… ela existe, nasce a verdade pelas mesmas linhas tão tortas e mal explicadas como à priori nasceu a mentira, linhas escritas pela mão superior, mas a razão de tal cadencia de acontecimentos inexplicáveis? Meras lições de vida? Meras noções de aprendizagem? Meramente a lei do sofrimento. Não dói a verdade, dói sim mentalizarmo-nos que o exterior nos obriga por vezes a viver a mentira… Isso sim… É o que aprisiona o sono e o estado de espírito puro e despreocupado em lugares inatingíveis.&lt;br /&gt;Porque eu? Pergunto-me respeitando a regularidade de funcionamento do meu próprio pensamento. Porque eu, que tanto censuro e condeno encenações tenho que ser porventura uma das mais reais provas do facto? O que já me criticaram por isso… ao qual respondo que cada vez mais me orgulho de me impor a mim próprio viver em dois mundos paralelos completamente distintos e imiscíveis, faço-o apenas por mera protecção, até eu quando tenho que me dar verdadeiramente assim acontece!&lt;br /&gt;Pergunto a quem o faz por mera devoção, simples mecânica, porquê? Porque se tentam passar por coisas que não correspondem à realidade? Porque tentam igualar-se a outrem para cair nas boas graças do mundo? Porque são falsos para quem vos é tão verdadeiro? Porque se tentam fazer passar por peculiares? Diferentes? Acima da média? Não terão valores próprios e orgulho no que são (já que só dos mesmos depende mudar) para serem vocês mesmos? Para quê viver a vida como quem contracena num filme ou num teatro de escola primária ao fim de tarde? Não sabem que as encenações, tais mascaras, quando vividas mas não sentidas acabam por cair? Caindo então tudo o que tentaram ser no ridículo e por terra? Porque não se limitam a ser vocês mesmos no meio de todos os defeitos e virtudes? Porque se o divino não lhes deu valores não tentem inventa-los… existe a deambular por esse solo terráqueo muita gente como vocês, juntem-se sim, a esses, esqueçam todos os outros, e talvez com esses que são como vocês, conseguirão ser felizes! Vivam mentiras, desconfianças, vivam o que quiserem, mas com os que já foram infectados, não criem mundos impossíveis e completamente encenados para tentar infectar quem ainda reconhece verdade nas coisas… Que Deus vos atormente as almas durante muitos anos por tentarem faze-lo. Ninguém vos obriga a viver nada, a acompanhar nada, a dizer nada, é ilógico e irracional prontificarem-se a viver essas situações sabendo de antemão que não terão forças para manter a ideia de que são munidos do que Deus não vos cedeu. A peculiaridade não se compra aos packs, é algo com que já se nasce, não é uma encenação, é uma dádiva de Deus, e as encenações felizmente são finitas temporalmente... contentem-se com o pouco que têm, almas que até com o olhar mentem. Vocês, os tais, não valem nada como tal têm o que merecem, e não desistirei enquanto não vos estourar com as mascaras e com a cabeça a todos”.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno Teixeira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-113452871643088237?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/113452871643088237/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=113452871643088237&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113452871643088237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113452871643088237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/12/o-grito-da-mentira.html' title='O grito da mentira!'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-113314451931985659</id><published>2005-11-27T18:21:00.000-08:00</published><updated>2005-11-27T18:21:59.330-08:00</updated><title type='text'>A Força</title><content type='html'>Pensar, repensar e tornar a pensar, perguntas mudadas, conclusões fundamentadas, valores alterados e seres menosprezados é do que mais popula o planeta... Haja a força, haja a convicção, haja a estranha sensação do acreditar, do não revogar, do continuar, do lutar, mero acto de afirmar e o carisma de quem tem pernas para andar, mediatizações, idolatrações, conhecimento de causa, ouvido sibilante, neurónios robustos… tudo isto baixa os custos, o emprego de energia, a dificuldade… Nasce-se assim, vive-se abonando tudo o que somos, por onde passamos e a marca que deixa-mos! Marca física? Marca psíquica? Estranha conclusão… Ambas.&lt;br /&gt;Nada é resigno simplista de um fluir do caminho mais zangado, acredito que algo superior tem uma pesada mão sobre os caminhos que percorremos, provações? O que nos move. Conclusões? O nosso momento imortal. Algo em ti encontrei; mais alem que tecido celular vislumbrei! Eu acredito que sejas capaz e singrarás nessa investida. Agora que te prontificas-te a dar vida a algo com que eu já me espicacei mas que nunca tive coragem de começar… Tu vais conseguir… Tu vai-lo acabar… FORÇA PUTO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV-426 [HyperDyne Systems ®]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-113314451931985659?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/113314451931985659/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=113314451931985659&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113314451931985659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/113314451931985659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/11/fora.html' title='A Força'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-112868801222371889</id><published>2005-10-07T05:26:00.000-07:00</published><updated>2005-10-07T05:26:52.230-07:00</updated><title type='text'>A alegria do sofrimento!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Amar é abdicar de nós enquanto seres egocêntricos com a finalidade de construir um todo com uma metade exterior, é abdicar do nosso orgulho, é refutar convicções, é sofrer com pormenores, é sofrer com perguntas, é sofrer com conclusões, é sofrer pelo excesso e pela falta, é sentir saudade mesmo quando se está junto, é sentir vontade de atingir o inatingível, é assentir sem sentir, é assentir sentindo, é sentir vontade de desaparecer e ao mesmo tempo de ser dado a conhecer a todos, de gritar, mostrar e venerar o que nos move, é perdermo-nos em pensamentos, recordações, não dar pelo fluir do tempo, encontrar regozijo transcendente em coisas irrisórias, esperar em imensa apatia um sorriso, uma palavra de conforto, um olhar penetrante, é sorrir sem razão, é abstracção, é viver exponencialmente, remar contra o mundo, encontrar forças onde não as há, sonhar acordado, sentir o pesado fardo de nada controlar. Porções de alegria e de tristeza são constantes indubitáveis da equação que é a vida, como quem não sente não é filho de boa gente, a todos lhes digo… Força!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-112868801222371889?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/112868801222371889/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=112868801222371889&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/112868801222371889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/112868801222371889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/10/alegria-do-sofrimento.html' title='A alegria do sofrimento!'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-112775853664974697</id><published>2005-09-26T11:15:00.000-07:00</published><updated>2005-09-26T11:15:36.656-07:00</updated><title type='text'>A Necessidade</title><content type='html'>Fito o sujo e gasto alcatrão no qual assento o pé, retorço o tronco de um lado para o outro arrastando o esqueleto substancialmente pesado no presente dia para o exterior do carro, sorrindo forçosamente aceno com a cabeça e assim me despeço, palavras tão repetidas, quotidianas e usuais esbarram contra os meus ouvidos:&lt;br /&gt;            - Até amanhã, se precisares de alguma coisa já sabes…&lt;br /&gt;            “Precisar” Eis uma palavra que tão reduzidas vezes inserí no meu dicionário de vida… Acelerei o passo para a porta, numa batalha desigual com o meu pensamento na fé que me conseguiria olvidar do mesmo… Dois minutos passados, encontrei-me com o rosto no edredão de penas, os raios de sol iluminavam o quarto, a leve brisa marítima teimava em incomodar os finos cabelos adormecidos no leito da cama, levantei lentamente a cabeça e acompanhei o estender do meu braço até agarrar o cinzeiro, acendi um cigarro e depressa me prontifiquei a enfrentar o que me atormentava.            &lt;br /&gt;Que palavra… que nos leva a necessitar de algo? De alguém? De uma palavra sábia? De um olhar? De um sorriso? De uma ideia? De uma conclusão? De um raciocínio claro e conciso? De uma paz de espírito? Em milésimas de segundos sou atravessado por tudo aquilo que vivi, que construí, episódios passados, palavras ditas, lemas de vida, convicções… Por que temos em todo o instante da nossa vida de precisar sempre de qualquer coisa para não nos sentir-mos meros autómatos? Que necessito eu, que estado de alma e de espírito tenho de atingir para me desligar não sei. É neste instante que começa a verdadeira guerra, para que estarei guardado? Como será o dia de amanha? Terei eu a força necessária para enfrentar o que a vida me propõem? Sinceramente não sei… Mas tendo-me como uma pessoa forte e um fiel seguidor da doutrina “se soubesse o dia de amanha viver não faria sentido” relembro batalhas passadas e a maneira como foram por mim encaradas, e acredito vivamente que estou à altura da demanda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-112775853664974697?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/112775853664974697/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=112775853664974697&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/112775853664974697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/112775853664974697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/09/necessidade.html' title='A Necessidade'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-112109423166753343</id><published>2005-07-11T08:03:00.000-07:00</published><updated>2005-07-11T08:03:51.673-07:00</updated><title type='text'>Vislumbrar</title><content type='html'>A falta de vislumbrar;&lt;br /&gt;A falta de cheirar;&lt;br /&gt;A falta de sentir pessoalmente;&lt;br /&gt;A falta de sentir em expoente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um minuto sente-se como um segundo;&lt;br /&gt;Uma hora como algo do outro mundo;&lt;br /&gt;Um dia é meramente uma faísca;&lt;br /&gt;E um fim-de-semana transforma-se numa mística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentimento de estar sozinho;&lt;br /&gt;Faz-nos perder o raciocínio;&lt;br /&gt;O desespero transforma o nosso ser;&lt;br /&gt;Invade-nos um sofrimento com o qual é impossível viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afeiçoamo-nos ao que mais nos magoa;&lt;br /&gt;Ficamos entregues à introspecção;&lt;br /&gt;Sentimo-nos caminhar pelo mundo à toa;&lt;br /&gt;É o pesado custo de uma recordação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fulmina a nossa capacidade de abstracção;&lt;br /&gt;O cérebro lê linha por linha o nosso coração;&lt;br /&gt;Entrega-nos a uma letargia sem o nosso consentimento;&lt;br /&gt;Apaga a linha ténue do meu discernimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me dera não sentir;&lt;br /&gt;Quem me dera não sonhar;&lt;br /&gt;Quem me dera deitar e dormir;&lt;br /&gt;Não pensar no momento em que te voltar a vislumbrar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV-426 [HyperDyne Systems ®]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-112109423166753343?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/112109423166753343/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=112109423166753343&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/112109423166753343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/112109423166753343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/07/vislumbrar.html' title='Vislumbrar'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111888201983823774</id><published>2005-06-15T17:33:00.000-07:00</published><updated>2005-06-15T17:33:39.843-07:00</updated><title type='text'>A solidão</title><content type='html'>Colo meus olhos no difuso aglomerado das três cores primárias do monitor, perco-me olhando para o mais recôndito ícone, busco sem fronteiras mentalizar-me que um deles poderá talvez entregar-me a sensação que tanto prezo do “passar tempo de maneira desmesurada”, em fracções de segundo rendo-me à evidencia, procuro algo que me conforte, eis que começa a viagem, arrasto-me para fora da cadeira, dou por mim no ponto incipiente do corredor, descontraio os músculos do pescoço, a cabeça inclina-se lentamente, e mais uma vez colo os olhos no chão, sinto a sua frieza na planta pés, ouço o ranger da madeira a cada passo meu, como por puro instinto ponho um pé em frente ao outro, a imperfeita horizontalidade do braço coloca o dedo na parede branca e acompanha todas as suas curvas sinuosas até a sala. O raio de luz proveniente da janela ilumina o meu rosto enrugado pela ofuscante claridade, de olhos semicerrados dirijo-me ao comando da televisão, o silêncio é rasgado pelo barulho dos electrões que se passeiam freneticamente pelo cátodo, eis que as colunas juntam as primeiras notas, a sala de facto encontra-se agora completa, a minha cabeça? Ainda não. Aumento o volume, corro com velocidade relâmpago os 43 canais, acto tão inconsciente este que ajuda-me apenas a manter algo, que por muito físico que seja, ocupado. Chega? Ainda não. Cozinha penso eu… há sempre alguma coisa para fazer numa cozinha. Eis-me então a enveredar por esse caminho, fruta de aspecto dúbio abandonada dentro de uma tina contígua ao fogão. Dando jus à minha insanidade, vejo o sorriso endiabrado da tina, travo uma batalha contra um pelotão bem armado de mosquitos que não cessam de me combater pela sua usurpada fonte de subsistência, devido à minha intervenção a tina jaz no fundo de um saco preto de lixo. E os mosquitos? Os mosquitos não… Parece que ficaram enfurecidos, tendo-me apenas a mim para descarregar a sua cólera, corro para fechar as portas com a finalidade de criar uma descansada divisória entre o pelotão e eu. Esgotadas as ideias e fés, encaminho-me para o quarto mais uma vez… Uma aclamada janela de Messenger teima em abrir… mais uma ideia discorreu, musica, prontamente ponho a playlist a tocar e atiro corpo como que desprovido de vida para cima de um qualquer edredão de penas. Silencio? Essa é já meta ultrapassada, com a televisão, a musica, a correria dos carros na rua, a vizinha do lado a abanar a roupa molhada perto do estendal, as luzes do quarto, a luz natural do sol que entra pela varanda e os filamentos luminescentes do relógio digital nem os meus pensamentos consigo ouvir, nada parece acalmar a minha angústia. A minha humilde conclusão é que, neste estado, nada podemos fazer para melhorar, para acordar, para encontrar coragem que nos falta neste dia tão inusitado para enfrentar o mundo. Pessoalmente, duas coisas entregam-me de mão beijada a um estado idêntico ou semelhante a este… Um são os exames, o outro não digo…&lt;br /&gt;LV-426 [HyperDyne Systems ®]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111888201983823774?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111888201983823774/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111888201983823774&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111888201983823774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111888201983823774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/06/solido.html' title='A solidão'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111767229311031309</id><published>2005-06-01T17:31:00.000-07:00</published><updated>2005-06-01T17:31:33.123-07:00</updated><title type='text'>A Inocência</title><content type='html'>Durante toda a minha linha de vida, até ao dia de hoje, resignei-me às minhas ideias, perdido nas minhas efémeras conclusões, vezes sem conta as revoguei e continuo a revogar, vezes sem conta perguntei-me se seriam as certas, se teria eu uma conduta digna, uma das que deambula seguríssima de si pelas calçadas da lógica.&lt;br /&gt;            Enquanto criança, jovem, tive os meus ídolos como os demais, neles admirava a maneira de pensar, agir, sonhar, falar, rir, o que moviam com apenas uma palavra que lhes saísse da boca; triste sina, que tantos quanto tive, o mesmo número de vezes me desiludi. Criei a minha pessoa aprendendo também com os ataques incessantes vindos do exterior, por vezes tão abalada a esfera ficava, que perdia o norte e já não sabia distinguir o bem do mal, não identificava principalmente “aquém” fazia o quê. Hoje, apesar de mais diminutas serem as perguntas e as dúvidas, elas fazem por resistir e continuar cá… O que nos dá alento a continuar? Precisamente o que mais desprezo, o que nos chega pelos caminhos tumultuosos do exterior, do que nos circunda. Chegou-me sem eu esperar, num momento muito peculiar, pergunto-lhes, e se alguém vos disparasse estas perguntas:&lt;br /&gt;            - Como consegues ser assim?&lt;br /&gt;            - O que fazes para ser assim?&lt;br /&gt;            - O que é preciso para ver o mundo com uns olhos pensativos idênticos aos teus?&lt;br /&gt;            - Algum dia hei-de conseguir atingir a plenitude em que vives?&lt;br /&gt;Que fariam!?&lt;br /&gt;            Pois pessoalmente bateu fundo, apanhei-me a vaguear queimando mais um cigarro com o alento e a esperança que este me transmitisse a calma, a paz espiritual e as conclusões que teimavam em fugir-me por entre raciocínios e ideias.&lt;br /&gt;            Tais perguntas tiveram este efeito anestésico pois a pessoa que me atingiu com elas é munido de tudo o que eu nunca fui, calma, inocência e perseverança. Não desejo ao mais comum dos mortais pensar de maneira diferente, transcendental por vezes, arriscaria-me a afirmar, sofre-se de um vazio, de uma busca de caminhos, sofre-se por estar perdido, sente-se aquele peso no peito que parece colar o tórax contra a espinha dorsal. É uma batalha desigual sentir as coisas no seu exponente máximo e a cada segundo que o ponteiro do relógio nos oferece de mão beijada lutarmos para demonstrar precisamente o contrário, demonstrar que nada nos afecta, que somos inatingíveis. Não quero este estigma para ninguém, mas se sentires necessidade que ele seja a componente que te move e tiveres os alicerces, o empreendimento é um mero complemento.&lt;br /&gt;            Só quero comunicar-te, seja qual for o hemisfério onde te encontres, palavra de honra que não estarás sozinho.&lt;br /&gt;            Esta coisa do “apadrinhamento”, à muitos séculos que é algo extremamente sério, digno e intemporal, em suma, algo para ser respeitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV-426 [HyperDyne Systems ®]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111767229311031309?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111767229311031309/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111767229311031309&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111767229311031309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111767229311031309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/06/inocncia.html' title='A Inocência'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111447570580133167</id><published>2005-04-25T17:34:00.000-07:00</published><updated>2005-04-25T17:35:05.803-07:00</updated><title type='text'>Voltar a sentir. (Parte II)</title><content type='html'>Não queria acreditar, não podia acreditar, durante anos pensei vaguear por esses canelhos da vida sozinho, entregue como sempre, somente a mim próprio, previ que iria continuar a vaguear por muito mais tempo, sempre da mesma maneira, a maneira descuidada, distante, fria, difusa em emoções, sem que nunca essas mesma emoções fossem as minhas. Vivi contos e romances de outros, acompanhava-os pois neles encontrava o que nos meus faltava, se é que alguma vez os cheguei mesmo a ter na íntegra. Comecei por pensar que de uma, mais uma como tantas brincadeiras se tratasse, longe da minha racionalidade e perto do meu coração algo maior que os meus raciocínios se aglomerava, como uma erva daninha atingindo tudo a sua passagem, com as suas ramificações apertando o cerco à minha capacidade de abstracção. Não consegui combater o que não podia ser travado, encontrei, contra todas as hipóteses outra vez aquela sensação, aquele aperto ofegante que parece estrangular com tanta força tudo o que sou, desde o ar que respiro, as fragrâncias que cheiro, aos momentos que vivo, às situações em que reino, apontou com punho firme, disparou com velocidade cruzeiro, atingiu o sitio proibido. Fracturou… o quê? Ainda não sei, mas vou descobrir…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111447570580133167?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111447570580133167/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111447570580133167&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111447570580133167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111447570580133167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/04/voltar-sentir-parte-ii_25.html' title='Voltar a sentir. (Parte II)'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111289175271978518</id><published>2005-04-07T09:34:00.000-07:00</published><updated>2005-04-07T09:35:52.720-07:00</updated><title type='text'>As Estrelas</title><content type='html'>Da minha janela, vislumbro o céu, negro, frio, desprovido de estrelas, pergunto-me, onde andaram essas tontas quando mais precisamos delas, procuro uma pitada de alento. Lembrei-me que talvez aquele brilho tão característico e mítico no céu nu e solitário me transmitisse o que na alma me falta. Mas nada, continuo entregue aos prantos reminiscentes nas minhas alusões filosóficas mais intrínsecas. Duvidas existenciais só maquinadas pelas cabeças eternamente amaldiçoadas com o dilema de divagar para lá do humanamente possível. Gostava de ser um dos demais, de ser um dos que vive apenas por impulsos e puro instinto, sem revogar nenhuma lei, da mais idiota à mais dogmática, talvez o tempo demorasse menos a passar, as insónias não se fariam sentir, a almofada, lençol e todo o mundo de sonho me acolheria de braços abertos, tudo seria recto e puro, a minha imaginação comandaria o planeta, a terra inverteria o seu movimento de translação, comandaria exércitos, viveria para os momentos de glória num fluir continuo e infinito do tempo. Mas não, Deus tinha que me por este fardo sob as costas, este fardo que tantos sentimos e que quase tantos gostaríamos que ele passa-se despercebido, sinto-me impotente por nada poder fazer, por não puder viver banalmente e despreocupado.&lt;br /&gt;Mas eis que um som rasga o quarto, o telemóvel iluminou tudo por entre a escuridão, senti-o como se do mais suave tecido terrestre e extraterrestre se tratasse, a tocar a minha face e enxugar-me as lágrimas, como se fosse fragrância do jardim do Éden… Só aqui me apercebo que não estou sozinho neste batelão, só aqui me apercebo do sitio onde as almas gémeas, por uma mera ordem do acaso, se juntaram e me tomam como uma delas, só neste momento me apercebo que é um orgulho ter amigos assim, tê-los a meu lado, os Parrraxistas. Afinal sempre parece que encontrei as minhas tão aclamadas estrelas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111289175271978518?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111289175271978518/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111289175271978518&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111289175271978518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111289175271978518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/04/as-estrelas.html' title='As Estrelas'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111155108040161135</id><published>2005-03-22T20:10:00.001-08:00</published><updated>2005-03-22T20:11:20.403-08:00</updated><title type='text'>O sacrifício</title><content type='html'>Muitas vezes nós, no decorrer da nossa vida somos apontados das coisas mais atrozes que me vêm à memória neste momento, mas nos somos mais que isso (pelo menos alguns de nós), somos mais que o simples aglomerado de átomos que pela qual se diz que alguém imaculado e santo se sacrificou à muitos séculos atrás, somos alma, vontade, desejo, inocência, pecado, somos o dia, a noite, o cheiro a terra húmida nos dias chuvosos e deprimentes, somos musica, sol, lua, universo, uma pétala de rosa, somos alegria, tristeza, ódio e rancor. Porque somos tudo isto e mais? Porque sem nós, nada disto faria sentido. Menosprezamos, a cada dia, minuto, segundo que passa a nossa importância. Mais uma eterna dicotomia, tão importantes, grandiosos, audazes, e ao mesmo tempo tão frágeis, a conclusão está dentro de cada um de nós, no meu caso, vejo-me resignado, preso num corpo, este invólucro que usamos para nos passear pela crosta terrestre. Triste é o facto que nenhuma destas componentes vive dissociada uma da outra.&lt;br /&gt;Faço por acreditar, que aquando na nossa concepção, seja por um acaso cientifico ou pela intervenção divina, algo nos foi deixado, nem a ciência nem a força superior poderia ter tal atitude arrogante e invejosa em retirar-nos as únicas duas coisas que temos como nossas na vida, o corpo e a alma, é sabido que o invólucro torna-se pó, desaparece, dá lugar ao “vazio”, a alma, a alma essa sim, faço por acreditar com todas as minhas forças que fica, que não cessa a sua existência. Se nos voltaremos a ver? Bem, isso depende das crenças de cada um… Mas eu &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Acredito&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e pergunto:&lt;br /&gt;Alguém se sacrificaria em vão?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111155108040161135?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111155108040161135/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111155108040161135&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111155108040161135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111155108040161135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/03/o-sacrifcio.html' title='O sacrifício'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111109467842327434</id><published>2005-03-17T13:24:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T13:24:38.426-08:00</updated><title type='text'>Voltar a sentir.</title><content type='html'>Pois hoje foi daqueles dias que me senti dispensável aos olhos dos meus pais.&lt;br /&gt;A tarde apareceu, por entre as nuvens nesta colmeia de gente, o sol fazia por aquecer o coração daqueles que ainda se aventuram galgando os passeios das ruas da cidade. Da minha janela senti o dia como se de uma tarde primaveril se tratasse, os tons claros cobriam a cidade, aquele cheiro no ar trouxe-me recordações dos dias em que eu era somente componente física na engrenagem que é sociedade, puto, inconsciente e desprovido de responsabilidade. “Aulas?”. Pensei eu!&lt;br /&gt;Deixei o meu mundo e aventurei-me, propuseram-me sentir a brisa do mar, inconscientemente dei por mim no ponto sem retorno. Acordei deste estado de letargia num qualquer parque de estacionamento da cidade, porém este diferente de todos os outros, a cor, a energia, o cheiro, tudo era específico e especial, o mar à minha frente, aquela imensidão de azul. Prontamente corri para esplanada mais próxima.&lt;br /&gt;Entre o café e os cigarros, uma conversa surgiu!&lt;br /&gt;- Lembras-te de como éramos quando tínhamos 16 anos?&lt;br /&gt;            - Se me lembro.&lt;br /&gt;            Desta maneira dei a minha resposta, vaga e desprovida de sentimento, mas era uma batalha desigual entre “mim” e “mim” não voltar atrás. Relembro a inocência, a abordagem para com as pessoas, as convicções da altura que hoje caíram por terra. No meio do silêncio nova pergunta:&lt;br /&gt;            - E as gajas, bons tempos.&lt;br /&gt;            Nesta tinha que responder.&lt;br /&gt;            - Sabes, tenho saudades desses dias, da maneira de amar daquela altura, o facto de ter a dita rapariga a nossa frente e não lhe poder tocar, de ir especificamente para um sitio só com o intuito de a ver, nem que fosse de longe, de sair à noite com a sensação que era a primeira vez todas as vezes, de sair com uma peça nova de roupa, e essa coisa tão simples e desprezável alimentava de tal maneira o nosso ego que éramos os maiores, íamos confiantes, fazíamos maravilhas, metíamos conversa com a rapariga mais inatingível da cidade, como nos contentávamos com coisas tão banais, mas éramos felizes, e hoje? Somos? Tudo hoje é tão automático, maquinado, não existe sentimento, se existe, por uma questão de reputação temos que agir como se ele não existisse. Tudo tão problemático, pensamos demais. No que nos tornamos afinal. Acho que por pecados cometidos, Deus, como penitência fez com que hoje tudo na minha vida no campo em questão perdesse o interesse, sinto-me mais um jovem no limiar de virar adulto a viver as situações sem o mínimo de romantismo e magia. Quem me dera voltar para trás no tempo, quem me dera voltar a sentir…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111109467842327434?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111109467842327434/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111109467842327434&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109467842327434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109467842327434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/03/voltar-sentir.html' title='Voltar a sentir.'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111109462523110772</id><published>2005-03-17T13:23:00.001-08:00</published><updated>2005-03-17T13:23:45.236-08:00</updated><title type='text'>Alma Imortal</title><content type='html'>Os dias, as horas, os segundos, a dança incessante do ponteiro reformula o mundo a cada instante, ideias caiem por terra, impérios egocêntricos e egos menosprezados são postos em dúvida. O tempo não pára, o seu fluir inexorável teima em queimar a pele rosada e os rostos de criança de que outrora os nossos pais se orgulhavam tanto, hoje pensamos independentemente de ideias, credos e valores exteriores, estamos completos, pelo ser que auto-construímos. Pergunto-me, será ele o certo? Será ele o adequado? O que é certo e adequado? A frustração invade-me, pois tudo no mundo tem um carácter muito pouco dogmático. Poucos são os valores que não se alteram à medida que a vida nos vai moldando, mas alguns são inalteráveis, pertencer a este aglomerado é um deles, ser Parrraxista. Pois para ti companheiro Rellax, tens uma prova viva, uma semana também conta, um dia também conta, até a mediocridade de uma simples hora fazemos com que conte. Liberto-me escrevendo, sentindo, acompanhando tudo o que vocês vivem e tem coragem de nos transmitir, bem hajas por permitir que entremos também no teu mundo. Deste modo, morreremos com a experiência directa e indirecta na sua quota máxima. Deste modo seremos relembrados, deste modo iremos transmitir orgulho às gerações vindouras, deste modo imortalizaremos as nossas almas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111109462523110772?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111109462523110772/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111109462523110772&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109462523110772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109462523110772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/03/alma-imortal.html' title='Alma Imortal'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111109460167957329</id><published>2005-03-17T13:23:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T13:23:21.683-08:00</updated><title type='text'>Aperto na Alma (Parte I)</title><content type='html'>Meus olhos não queriam acreditar, fiquei perplexo, apanhado, perdido no tempo, pondo as leis mais irrevogáveis à face da terra em dúvida. Será que os cristais líquidos do monitor, na sua dança incessante, perderam os seus pares certos e uniram-se em uníssono para me mostrar algo impossível? Afinal que leio eu?&lt;br /&gt;Óbvio que precisei de algum tempo para me recompor, tal notícia recebida desta maneira, tão abrupta, choca qualquer um que admite viver pelas leis que apregoamos. Admiti a mim próprio que o erro foi meu, que não quis ver nas entrelinhas, não liguei, não quis ouvir, não quis saber, limitei-me por vezes a sorrir e outras rir, rir de histórias contadas, passagens de uma existência tão parecida à minha no seu todo, sem interiorizar dentro da minha própria cabeça a ideia por detrás da aventura. Hoje cresci, cresci muito, cheguei ao patamar pretendido (se bem que tarde, mas como se diz em linguagem popular, “mais vale tarde que nunca”), pois vislumbrei que também nós não somos na íntegra, aquele aço, ferro fundido, o ser desprovido de sentimentos que queremos transparecer, também nós somos abalados quando Deus assim o quer, houve alguem que cedeu, uma “firewall” que foi por terra.&lt;br /&gt;Concluo, que também nós, parrraxistas assumidos, também nós, nos APAIXONAMOS!Ó tu da pulseira mágica, têm a consciência que para onde fores, onde estiveres, com quem estiveres, a nossa alma parrraxista estará contigo até à eternidade! Força!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111109460167957329?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111109460167957329/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111109460167957329&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109460167957329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109460167957329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/03/aperto-na-alma-parte-i.html' title='Aperto na Alma (Parte I)'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11520980.post-111109456973628649</id><published>2005-03-17T13:21:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T13:22:49.736-08:00</updated><title type='text'>Aperto na Alma (Parte 0,5)</title><content type='html'>Longos são os dias desde a última vez que dei de caras com tal pedido!&lt;br /&gt;Algo pelo qual nutro um substancial carinho e amizade, seja ele uma pessoa, entidade ou colectivo, apresentou a toda esta comunidade (que luta a favor do mesmo), uma nova demanda "Escrevam, comentem, mostrem de que são feitos, pelo que lutam e o que tencionam atingir..."! Pois esta obrigação moral pôs-me a pensar, e como tenciono fazer jus à minha reputação, como tal não me dei por rogado em aderir imediatamente à causa. Estas palavras que aqui escrevo são simplesmente para expôr ao conhecimento de todos que também me encontro neste barco, se bem que escondido no porão. Que podem contar comigo tanto quanto eu conto convosco!&lt;br /&gt;Aquando da data propícia, farei dos meus pensamentos, medos e conclusões: palavras. Palavras essas que redireccionarei para este espaço tão nosso!&lt;br /&gt; Sempre convosco, o colega de armas,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11520980-111109456973628649?l=hypersys.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hypersys.blogspot.com/feeds/111109456973628649/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11520980&amp;postID=111109456973628649&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109456973628649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11520980/posts/default/111109456973628649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hypersys.blogspot.com/2005/03/aperto-na-alma-parte-05.html' title='Aperto na Alma (Parte 0,5)'/><author><name>Be</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14236943987544015213</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
